A casa mais vigiada do Brasil sempre lançou moda. Os brincos de pena usados por Sabrina Sato e a flor nos cabelos de Íris Stefanelli tornaram-se febre no país em pouquíssimo tempo. Mas será que candidatos muito parecidos com ex-brothers e sisters têm mais chances de serem selecionados? No site de inscrições, imitar participantes de edições anteriores é uma das táticas mais usadas.

Aspirantes ao BBB que já nasceram parecidos com um antigo participante não fazem questão de esconder a semelhança. Muito bem maquiada, a curitibana Jéssica Franca é praticamente um clone da belíssima Grazi Massafera. A paulista Déborah Sanhueza é naturalmente parecida com Jaqueline Khury. O maranhense Junior Vieira possui uma grande semelhança física com Alan, e não economiza em poses e acessórios que o deixam a cara do brother.
Vencedores das duas últimas edições, Alemão e Rafinha lideram o ranking dos mais imitados. Homens bonitos posam para fotos usando óculos estilo aviador e cabelos loiros espetados com gel, uma marca de Diego Alemão.
O carioca Carlos Eduardo Silva é um desses clones do vencedor da sétima edição que parece ter incorporado até mesmo o linguajar da casa. “Aqui já está sendo um grande desafio e uma prova de resistência!”, diz o carioca em seu perfil no site de inscrições.
Sósias de Rafinha costumam jogar o cabelo comprido para o lado, abusando de colares e roupas no estilo detroyed. Assim é o mineiro Tarcisio Rufino, muito popular entre os candidatos a uma vaga na casa mais vigiada do Brasil.
Não existe fórmula pronta para ser um dos selecionados ao BBB. No entanto, os candidatos a nona edição do programa parecem ter criado suas próprias crenças e lógicas. Resta saber se uma cópia de Alemão seria tão perspicaz quanto o original ou se um sósia de Rafinha teria o carisma necessário para conquistar o público.
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